Objetivo geral
Desenvolver conhecimentos e competências para a compreensão do stresse, da fadiga por compaixão e das estratégias de coping, capacitando os participantes a aplicar práticas eficazes de autocuidado e de gestão emocional em contextos profissionais, especialmente em situações de crise e desastres.
Objetivos específicos
Explorar o impacto do stresse e da fadiga por compaixão nos profissionais que atuam em contextos de crise e desastres, bem como as estratégias de coping e autocuidado que podem contribuir para a gestão emocional.
O curso aborda conceitos de stresse e o seu impacto físico, psicológico e comportamental, bem como os fatores de risco e de proteção associados. Apresenta a fadiga por compaixão em profissionais que atuam em contextos de desastres, com ênfase em estratégias de enfrentamento e autocuidado. Aborda ainda os modelos de coping e desenvolvimento de competências práticas para a gestão do stresse, promoção da saúde mental e fortalecimento da resiliência individual e profissional.
Este curso integra o Health Work International Project (Rise-Health) e foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Brasil).
O curso está organizado em três lições, cada uma direcionada para temáticas específicas. Em todas serão disponibilizados diferentes recursos didáticos, entre os quais se destacam vídeo aulas, materiais de apoio documental e exercícios práticos.
Este curso destina-se a profissionais com formação de ensino médio ou superior na área da saúde.
Para obter o certificado de participação terá de obter uma classificação mínima de 50%, aprovado após preenchimento de diagnóstico inicial.
Coordenadoras do MOOC:
• Elisabete Borges, Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto, Portugal
• Letícia Trindade, Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade Comunitária da Região de Chapecó, Brasil
Equipa:
• Adriana Paz, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Brasil
• Ana Paula Rech, Universidade Comunitária da Região de Chapecó, Brasil
• Anabela Mota Afonso, Unidade Local de Saúde Região de Aveiro, Portugal
• Caroline Evangelista, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Brasil
• Chancarlyne Vivian, Universidade do Oeste de Santa Catarina, Brasil
• Clarissa Silva, Universidade do Estado de Santa Catarina, Brasil
• Cristiane Zogheib, Escola de Enfermagem da Universidade de S. Paulo, Brasil
• Cristina Queirós, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal
• John Hoornbeek, College of Public Health, Kent State University-Kent, Estados Unidos da América
• Larissa Trindade, Universidade Federal da Fronteira Sul, Brasil
• Márcio Silva, Instituto Nacional de Emergência Médica, Portugal
• Margarida Abreu, Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto, Portugal
• Maria Pilar Mosteiro-Diaz, Universidade de Oviedo, Espanha
• Patricia Pavan, Escola de Enfermagem da Universidade de S. Paulo, Brasil
• Paulo Almeida, Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto, Portugal
• Renata Santos Tito, Instituto do Coração INCOR, Brasil
• Samuel Zuge, Universidade Comunitária da Região de Chapecó, Brasil
• Sandra Marin, Universidade do Estado de Santa Catarina, Brasil
• Sara Correia, Universidade de Oviedo, Espanha
• Silmar Silva, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil
• Sofia Loureiro, Unidade Local de Saúde de Matosinhos, Portugal
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